Aulas de junho no ateliê
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A Be My Guest está na Zooropa pesquisando um monte de coisas legais para vocês.
Ingredientes, tendências, coisitas.
Semana que vem eu volto.
Enquanto isso, vocês podem falar comigo aqui ó: contato@bemy.com.br
Já volto!
Beijocas, minhas pumpkins!
Inspirada pelo jantar de ontem que foi arroz com ovo (sim, pumpkins, eu ADORO arroz com ovo. #prontofalei), hoje manhã eu resolvi comer um ovinho frito.
E por mais simples que possa parecer, fazer um bom ovo frito não é assim tão fácil não. Acontece que a clara e a gema possuem temperaturas de coagulação diferente. Sendo que a clara cozinha mais rápido que a gema.
Então que a chance do seu ovo dar errado é grande. Alguns dos erros mais comum são:
Usar os ovos direto da geladeira, colocar manteiga ou óleo demais e/ou deixá-los muito quente, quebrar o ovo direto na frigideira (caso você não tenha experiência)

Mas o segredo é um só: Fogo baixo. E uma colherzinha de chá de manteiga. Desta maneira a clara cozinha sem queimar ou fazer bolinhas e a gema fica molinha, perfeita.
Então você faz assim ó, quebra o ovo num potinho ou numa xícara. Pega sua frigideira aderente e coloca 1 colher de chá de manteiga em foto baixo. Assim que a manteiga derreter, coloque o ovo. Salpique com sal e pimenta (eu prefiro temperar no prato, depois de pronto) e tenha paciência. Quando a borda do ovo começar a desprender da panela, já está pronto. Aí você pega um pão francês quentinho, uma xícara de café pronto. Um super ovo frito
Oi Pumpkins,
dei uma sumidinhas, mas já voltei. E eu tenho tanto pra contar ainda da minha viagem ao Equador. Do passeio maravilhoso ao Mercado de Santa Clara, onde eu pude ver e experimentar um MONTE de frutas diferentes; do almoço na Hacienda em que a família do José nos recebeu com uma paella incrível, feita há 8 mãos; do passeio à plantação de pimentões orgânicos e a experiência de experimentar milho cru, direto da espiga e ter a surpresa de um grão suculento, macio e super saboroso.


Mas esse tempinho nublado e chuvoso do Rio de Janeiro me lembrou da sopa de batata mais gostosa que já comi na vida, e que é super tradicional por lá. Chama Locro de Papas e eu deixo aqui a receita, caso vocês queiram se aventurar.
Ingredientes:
1 colher (sopa) manteiga
2 colheres (sopa) azeite de urucum
1 cebola média picada
2 dentes de alho amassado
1 colher (sopa) coentro seco
1 colher (chá) cuminho
1/2 colher (chá) sal
4 unidades de batatas grandes – metade em cubos grandes, metade em rodelas finas
500 ml caldo de frango
500 ml leite
250 ml creme de leite
500 g de queijo minas em cubos
Como Fazer:
Refogar manteiga, cebola, alho, coentro, sal e cuminho até que a cebola fique transparente.
Misture as batatas em rodelas, cozinhe por 2 minutos, adicione o caldo de frango e cozinhe em fogo baixo por 10 minutos.
Adicione as batatas em cubos, o leite, creme de leite e o azeite de urucum e cozinhe até que as batatas estejam cozidas. Em torno de 10 minutos.
Retire do fogo e sirva com pedaços de queijo e abacate fatiado.
Eu não sei porque motivo, mas eu A-D-O-R-O banana. Não sei se é pela parte matogrossense da família, ou por causa da minha mãe. Mas eu sou daquelas que não importa a comida, se tiver uma bananinha em casa eu corto ela em rodelas e coloco no prato. Se for um arroz com carne moída então…. Em todos os restaurantes e buffets que trabalhei, sempre tive que ter o maior cuidado de não fazer 90% do menu agridoce. Eu amo. E com banana então, é dos Deuses. (pode me achar estranha, eu deixo). Agora, imaginem a minha alegria quando descobri que no Equador, um monte de comida leva banana. \o/
Empanadas de Verde – pastel com a massa feita com banana verde recheada com queijo. Ai, que alegria!!!
Banana Chips! Amor em forma de banana. Quebradinha em cima do ceviche então…..
Sopa de Bola de Verde – essa eu tenho que explicar. No caso da foto eu comi com camarão. Mas pode ser com carne ou sem recheio. É uma sopa feita com caldo de galinha, de porco, batata, milho, amendoim (sim, eles usam muito amedoind também) e várias outras coisitas, com uma bola enorme feita com banana verde crua, cozida, pasta de amendoim. Enfim, é uma receita super detalhada e cheia de coisinhas. Mas ó, que delícia! Eu nunca provei nada igual. Super diferente. Com certeza vou tentar fazer aqui. Prometo que conto tudo e coloco tudo aqui no blog.
Banana Frita como acompanhamento. De vários, vários, vários pratos. Nesse caso foi Guatitas (estômago com arroz) – não, não façam essa cara de nojinho. Os miúdos são muito apreciados por lá e quando bem feitos são deliciosos. Esse eu não comi, mas depois eu mostro o meu. hihihihihih
E por último, deixemos o melhor. A minha paixão. MORRI MIL VEZES!
Com vocês, os PATACONES!!!
São pedaços de banana verde, fritos em óleo. Depois colocam em água fria com sal. Amassam com um utensílio especial para fazer os patacones e fritam novamente.
Pumpkins, é uma das coisas mais gostosas EVAH! Serve pro café da manhã, pro lanche, como acompanhamento. Eu sei que eu comprei o “fazedor de patacones”. Só me falta encontrar as bananas da terra verdes para eu tentar fazer por aqui.
Olá Pumpkins,
como vocês sabem, principalmente quem curte a página da bem my guest no facebook, eu acabei de passar uma semana no Equador. E quando eu falava que estava indo pra lá a pergunta que eu mais ouvia era: “O que você vai fazer no equador?” Porque, vamos combinar, não é um pais que está nos nossos planos imediatos de visita.
Então, que eu tenho uma amiga da vida inteira, a Yolanda, que mora na Suíça, é casada com um Equatoriano, o José e que tiveram o bebê mais lindo do mundo, a Isabel. E como a família do José é enorme (e incrível), resolveram batizar a Isa em Quito. A minha irmã foi a madrinha, e como eu não via a Yôyo há 4 anos aproveitei a oportunidade e fui.
Gentemmmm, olha a Isabel que bebê mais lindo da face da terra!!!
Mas antes de começar a contar da experiência incrível e da riqueza que é a comida equatoriana, preciso agradecer a toda família do José que recebeu a nossa trupe toda com tanto carinho.
“A toda la familia Suarez, gracias por recibirnos de forma tan amable y acogedora. Especialmente gracias a Dora, que me ha enseñado tantas recetas increíbles de la gastronomía ecuatoriana y que me ha dado el gusto de cocinar en su casa para toda su familia.
Para Carla y Florencia, gracias por el libro que me han regalado y que seguramente usaré mucho.
Para Guiomar, Miguel e Rafa, gracias por la Hermosa tarde y por la paella tan rica.
Muchas gracias a todos! Esta semana quedara en mi corazón y memoria para todo el siempre.”
Vamos entender um pouco do Equador. A culinária do equador é dividida basicamente em 3 regiões, a da costa, da serra (regiao andina) e do oriente (aonde está parte da floresta amazonica).
Ao longo da semana, vou contando mais sobre Quito, sobre as frutas que eu não conhecia, sobre a simplicidade e beleza da gastronomia do Equador.
Preparem-se para muita banana e milho. De tipos variados, numa riqueza que só a América Latina possui. Há um tipo de milho que eles chamam de MOTE, que é um milho de grãos enormes e brancos, muito comum também no México e Peru. Há ainda muito uso da banana da terra verde, de graviola e aipim.
Os peixes e frutos do mar são incríveis. O Golfo de Guayacuil é um dos mais importantes da costa pacífica da América Latinha, pois é a entrada de água de toda a costa andina, fazendo com que a vida marítima seja de uma riqueza ímpar.
Então fiquem ligados que até a semana que vem o blog vai ser todinho equatoriano!
O Equador é a república das bananas. Não no sentido político da coisa (bom, essa discussão não é para esse blog), mas porque tudo, ou quase, leva banana.
Eu adoro! Então imagina só minha felicidade!
Vou contar tudinho da culinária equatoriana, que está sendo uma surpresa incrível, em breve!
Pumpkins, já falei para vocês seguirem nossa página no feice, que tem coisitas e fotos do dia a dia que eu não coloco no blog? Tá esperando o quê?
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Então pumpkins, se você já curtiu a nossa página no feice
já deve saber que estou no Equador. E voltarei cheia de novidades super interessantes para nossas aulas!
Aguentem um pouquinho o blog quietinho que logo logo vai ter uma enxurrada de posts andinos!
Beijocas
Outro dia eu coloquei lá no instagram (@misscheffie ) e no facebook essa foto aqui:

Aí um amigo meu, o Brunno, perguntou se era uma receita especial ou diferenciada do pudim de leite. Mas nem tudo que é bom tem que ser diferente ou ter um twist. E nesse caso eu vou mesmo na receita mais tradicional e simples que se possa encontrar.
Gente e eu AMO pudim de leite condensado. Me lembro de um amigo meu, Beto, que morava na Tijuca e eu saía de Copacabana pra ir almoçar com ele só pra comer o pudim de leite que a Antônia, que trabalhava na casa dele, fazia. Ele me ligava e dizia: Aline, Antônia fez pudim. Olha não dava meia hora eu estava lá. É de passar vergonha porque eu sou capaz de comer a forma toda (ou quase) de uma vez só.
A Cacá é outra, que até hoje me liga pra dizer que tem pudim na casa dela. E eu vou correndo. Sempre.
Mas então vamos deixar de trá lá lá e vamos à receita. Neste caso eu fiz 8 forminhas individuais, mas a receita serve para uma forma tradicional de pudim, de 22cm.
Para a calda: 3 xícaras de açucar 1/2 xicara de água
Coloque o açucar no fogo até que derreta e fique bem dourado. Eu gosto de quase queimado, para dar aquele gostinho amargo. Acrescente, com cuidado para não espirrar, 1/2 xícara de água quente. Mexa. Desligue o fogo imediatamente.
Para o pudim:
1 lata de leite condensado
a mesma medidade de leite integral
3 ovos caipiras peneirados
misture tudo – pode ser no liquidificador, mas como eu não tenho (sim, eu não tenho liquidificador, e nem microondas), foi na mão mesmo, com o fouet.
Despeje o pudim na forma já com a calda e leve ao forno já pré-aquecido a 160C, em banho-maria por 45 minutos (em média, vai depender do seu forno)
Ó, não tem esse história de ter que bater no liquidificador para ficar bem cremoso ou ficar com furinho ou sem furinho. O segredo é o cozimento.
Forno pré-aquecido, baixo e água do banho-maria já quente até a metade da forma do pudim.
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